Doria promete posse mais enxuta para acompanhar cerimônia de Bolsonaro em Brasília

O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que terá uma cerimônia de posse mais “enxuta” no dia 1º de janeiro para conseguir viajar a tempo para Brasília e acompanhar a cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

A cerimônia de posse na Assembleia Legislativa de São Paulo, onde participam Doria e seu vice, Rodrigo Garcia, está marcada para começar às 9h no Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. Em seguida, João Doria seguirá para o Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, onde é realizada a transmissão de cargo e nomeação dos secretários indicados.

Normalmente, a posse dos antigos governadores durou quase todo o dia. Já a cerimônia do tucano será mais curta e também mais econômica. Doria não deve usar os batedores da Polícia Militar e diminuirá o número de comboios, o que exigirá um número menor de seguranças, no trajeto entre a Assembleia e o Palácio. Além disso, não terá recepção com coquetel.

A cerimônia no Palácio deve acabar antes das 12h, já que a posse do Bolsonaro está prevista para as 15h.

Na manhã desta sexta-feira (7), Doria se reuniu pela primeira vez com todo o secretariado e chefes de autarquia escolhidos. No entanto, faltam três nomes de secretários para ser anunciados das Secretarias da Fazenda e Planejamento, dos Esportes e da Administração Penitenciária. Os nomes serão anunciados na próxima semana. Um dos nomes cogitados é do ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que também concorreu à Presidência da República nas eleições. Se o convite, que não foi oficializado, for aceito, Doria terá seis secretários que trabalharam como ex-ministro do presidente Michel Temer (MDB).

“O governador João Doria realiza a primeira reunião com o secretariado já indicado. Ele participa da reunião onde passou orientações gerais do governo a partir do dia 1 º de janeiro. Nós tivemos a oportunidade de relatar aos secretários como anda a transição governamental até hoje, o relacionamento individual de cada secretário setorial com a atual secretaria, como funciona o escritório de transição onde cada secretaria tem o seu espaço para ir recolhendo informações do atual governo”, afirmou o vice-governador eleito Rodrigo Garcia (DEM).

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